Eu não sei o que fazer.
Com o vício de lembrar.
Quanto tenho que esquecer.
O desperdício em pensar.
Que o sol quando nascer.
E a história pode mudar.
Simplesmente esconder.
Irá ironizar o meu ser.
Então, o que fazer?
Acho que tenho que matar.
Esquartejar, jogar ao mar.
O quanto tenho que chorar.
Assim, permanecer e nascer.
Um brilho no olhar.
E acabar por nem lembrar de esquecer.
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