Um pequeno travesseiro, por mais simples e aconchegante que pareça, pode te revelar as maiores verdades e, se relutante, pode te humilhar por uma longa madrugada...
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
E então!
E não me venha com essa sua indecisão.
Dizendo que o mundo é cão.
É preciso apenas dar um passo.
Dar de cara.
Dar um tapa, dois ou três.
E tragar o porre da incerteza do futuro.
E não me venha com essa insensatez do egoísmo.
Dizendo em sutileza que estás em sofrimento.
É preciso dar um salto.
Sentir o frio na barriga.
Dar um gole, dois ou três.
Ver que a fada verde é doce como mel.
Venha me trazer o inesperado.
Dizendo que estás a sorrir por nada.
Que seus sonhos são agora.
Mal pode esperar algum segundo.
Tantos goles e tantos outros tapas te esperam.
E que tudo, será sempre o mínimo que está disposto a dar.
E quem sabe...
E quem sabe a lua poderá dizer,
Quando a chuva pára,
E quando o sol retorna.
E quem sabe o silêncio poderá explicar
Quando a lágrima seca,
E o sorriso aparece.
E quem sabe o vento poderá saber,
Quando leva a tristeza,
E a devolve a alegria.
E quem sabe em algum momento iriei te dizer,
Quando você poderá partir,
E quando deverá voltar.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
2013
Eu sou um ser mistificado.
Dou graças a esse gênio que inventou o tal calendário.
Um sequência simples de números sem nenhum sentido, mas que mudam de tal forma os olhares, dá novos brilhos a vida brilhante.
Encarrega cada um a que tem direito de fazer o que quiser e, se hora cansa, tem a chance de renovar, começar. Beber um enorme gole da fonte e mandar ver de novo.
Faço questão de mistificar o fato sim. Pois quando aqueles ponteiros se encostam, a energia borbulha e eu faço todas as orações que necessito com a maior força que tenho e, de quando sempre, quero ficar perto do mar.
Não sei explicar, mas eu gosto do mar, ele me renova, me invoca.
Abro a alma e chego até a conversar com aquela imensidão.
E, dessa vez, eu precisei muito desse papo muito louco. Pois no Ano Novo do tal Gênio eu escolhi mesmo uma vida nova. Não me importa muito a ferramenta, importa a escolha, o sentimento, o momento.
Eu fui a uma festa na beira do mar, onde o mar era simplesmente o coadjuvante.
Fico feliz em lembrar que a minha “vibe” ainda é o nascer do sol...
Dou graças a esse gênio que inventou o tal calendário.
Um sequência simples de números sem nenhum sentido, mas que mudam de tal forma os olhares, dá novos brilhos a vida brilhante.
Encarrega cada um a que tem direito de fazer o que quiser e, se hora cansa, tem a chance de renovar, começar. Beber um enorme gole da fonte e mandar ver de novo.
Faço questão de mistificar o fato sim. Pois quando aqueles ponteiros se encostam, a energia borbulha e eu faço todas as orações que necessito com a maior força que tenho e, de quando sempre, quero ficar perto do mar.
Não sei explicar, mas eu gosto do mar, ele me renova, me invoca.
Abro a alma e chego até a conversar com aquela imensidão.
E, dessa vez, eu precisei muito desse papo muito louco. Pois no Ano Novo do tal Gênio eu escolhi mesmo uma vida nova. Não me importa muito a ferramenta, importa a escolha, o sentimento, o momento.
Eu fui a uma festa na beira do mar, onde o mar era simplesmente o coadjuvante.
Fico feliz em lembrar que a minha “vibe” ainda é o nascer do sol...
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