Donde estás, minha alma
Que subiu aos céus e não volta
Sumiu ao meu controle
E sucumbiu aos desejos do coração
Foi culpa do anjo
Que, com jeito, inventou uma história
Havia outra alma
Na eternidade, procurando um coração
Havia outro anjo
Que, sem jeito, caiu nessa novela
E levou a outra alma
No encontro das estrelas
Parece mesmo coisa de anjo
A história que se segue
E de repente, sem querer
As duas almas se esbarram
As anjos deitam de rir
Pois escrevem a história
Das duas almas repetidas
Esbarrando nos sonhos da vida
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Um dia Por aí...
Um dia por aí
E a poesia que em mim habita
Há de ser a pura verdade da alma
Onde tudo vira verso
Onde o verso vira música
Da história de uma ficção que nunca aconteceu
Do futuro de uma realidade que já se foi
Do amor eu quero o gosto, alegria e a dor
Enquanto pulsa não reluta
No vôo de uma fênix, nasce de novo
E novamente, uma outra história, um novo verso
Deságua e leva de tudo um pouco
Até mesmo algum sorriso
Porém, o gosto de brincar é mais doce
E de homem a uma nova criança
Aprendendo tudo novo de novo
Eu quero mais é sentir o gosto
E para ser o que for e ser tudo
Pois tudo que move é sagrado
E remove as montanhas...
Eu quero é uma estrada nova
Seja ela qual for
Seja o tempo que for
Com o sapato simples que sempre foi meu
E adeus ao que se foi ...
...E bem vindo ao que virá
domingo, 21 de novembro de 2010
...^...
Os olhos irão pra longe
Num passeio pelo sol
Os passos e pegadas
Um carnaval
É sim, uma longa estrada
Parecida e desigual
Onde a cena de um passado
Não está presente mais
Num passeio pelo sol
Os passos e pegadas
Um carnaval
É sim, uma longa estrada
Parecida e desigual
Onde a cena de um passado
Não está presente mais
sábado, 20 de novembro de 2010
Por longas linhas
Eu soprei bem forte
Todo o ar que tinha nos pulmões
Pro vento levar o meu afago
A tua janela no primeiro raio do sol
Recebi de volta um sorriso
Como brisa leve
Te abracei mesmo sem vê-la
E senti o gosto mesmo sem tê-la
Pensar em alguém
A qual só se tem
Uma pequena pintura
De um quadro ainda inacabado
Todo o ar que tinha nos pulmões
Pro vento levar o meu afago
A tua janela no primeiro raio do sol
Recebi de volta um sorriso
Como brisa leve
Te abracei mesmo sem vê-la
E senti o gosto mesmo sem tê-la
Pensar em alguém
A qual só se tem
Uma pequena pintura
De um quadro ainda inacabado
Parece loucura talvez
Diferente devaneio
Escolho ser louco de vez
E me envolvo no passeio
Diferente devaneio
Escolho ser louco de vez
E me envolvo no passeio
Mesmo sem idéia concreta
Do pulso que se passa do outro lado
Imagino, pois assim a mente voa
E sem medo,simplismente agradeço
Do pulso que se passa do outro lado
Imagino, pois assim a mente voa
E sem medo,simplismente agradeço
Segue uma linda rosa
De minha mãos ao seu quintal
Para trazer mais sol
E brilhar no tempo do sempre.
De minha mãos ao seu quintal
Para trazer mais sol
E brilhar no tempo do sempre.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Um Minuto e Sonhos.
Um minuto e sonhos
Correr para algum lugar
Andar pelos cantos da lagoa
Dormir ao vento calmo
Balançar no compasso de um samba
Morrer a beira de um sonho
Dormir no ponto de partida
Chorar na piada de um palhaço
Sofrer no ato da vitória
Como nadar um oceano de tristezas
Como respirar o ar sujo e asfixiante do medo
Como enxergar com os olhos lacrimejando
Como amar se ao menos pulsa o coração
Não tenho nada além de um minuto e sonhos
Não vejo nada além do hoje, aqui e agora
Andar pelos cantos da lagoa
Dormir ao vento calmo
Balançar no compasso de um samba
Morrer a beira de um sonho
Dormir no ponto de partida
Chorar na piada de um palhaço
Sofrer no ato da vitória
Como nadar um oceano de tristezas
Como respirar o ar sujo e asfixiante do medo
Como enxergar com os olhos lacrimejando
Como amar se ao menos pulsa o coração
Não tenho nada além de um minuto e sonhos
Não vejo nada além do hoje, aqui e agora
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