O tempo do sempre
É o instante exato do infinito
Onde até o tempo se perde
Misturando o tudo e o nada
O espaço de dentro que se sente
Canoniza uma lágrima, um suspiro,
E se prende a um simples olhar.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Máscara Melódica
Cantando eu choro uma saudade
De alguém que se esqueceu de mim
Continuo a chorar
Pois minha canção não tem fim
Cantando soletro palavras
Versos de amor e tristeza
Continuo a cantar
Venerando tua imensa beleza
Cantando sorrio um riso triste
Derramando lágrimas de paixão
Na verdade, cantando,
Escondo a dor do coração
Cantando sinto que a vida
Pulsa forte em meu peito
Às vezes, só mesmo cantando,
Recebo merecido respeito
Cantando canto o canto de um pássaro
Que canta ao léu no seu espaço
Quero envelhecer cantando
Até o último passo
De alguém que se esqueceu de mim
Continuo a chorar
Pois minha canção não tem fim
Cantando soletro palavras
Versos de amor e tristeza
Continuo a cantar
Venerando tua imensa beleza
Cantando sorrio um riso triste
Derramando lágrimas de paixão
Na verdade, cantando,
Escondo a dor do coração
Cantando sinto que a vida
Pulsa forte em meu peito
Às vezes, só mesmo cantando,
Recebo merecido respeito
Cantando canto o canto de um pássaro
Que canta ao léu no seu espaço
Quero envelhecer cantando
Até o último passo
A grande rua
Dia e noite
Sol e Lua
Passam-se os dias
Passam-se as chuvas
E a gente caminha
Sempre na mesma rua escura
Onde há um grande breu
Que nem mesmo eu, ou você,
Que caminhamos nesta rua,
Sabemos onde chegaremos
Mas sei que um dia
Teremos que enfrentar esta grande rua
E se tua carne estiver crua
As garras desta rua
Entrarão em teu peito
E, nele, deixarão as marcas do destino
Perderás a glória da vitória
E nada sobrará pra contar a sua história.
Sol e Lua
Passam-se os dias
Passam-se as chuvas
E a gente caminha
Sempre na mesma rua escura
Onde há um grande breu
Que nem mesmo eu, ou você,
Que caminhamos nesta rua,
Sabemos onde chegaremos
Mas sei que um dia
Teremos que enfrentar esta grande rua
E se tua carne estiver crua
As garras desta rua
Entrarão em teu peito
E, nele, deixarão as marcas do destino
Perderás a glória da vitória
E nada sobrará pra contar a sua história.
Nem por um oceano
Por um longo oceano
Buscando a semente do riso
Para descobrir em teu abraço
Pois a semente do riso
Que dispara o coração
E a paz...
Sonhei em viajar
Imaginei as rotas mais distantes
E pensei caminhos tortuosos
Buscando a semente do riso
Nem sei por onde começar
Disseram-me para fechar os olhos
E esperar a alma dar o passo
Para descobrir em teu abraço
O começo do sonho
E ver o anjo risonho
Debochar do meu sorriso
Pois a semente do riso
Achei em teu toque e cheiro
E em teu gosto,
Encontrei outra semente
Que dispara o coração
Enche os olhos de brilho
E traz no beijo
A euforia de ser completo
E a paz...
Que por longos oceanos sonhei em viajar
Haveria de encontrar
No pequeno mar do teu olhar
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