Esbarrando na dor
Hoje eu vi a dor
Um dejavu implacável
De como se fosse ontem
O dia em que se apresentou
Num pequeno tombo
Fui lembrado que ela ronda
Aguarda seu devaneio
Enlaça com espinhos
Não me deixei chorar
Mas era peso demais
Pra levar até cama
Deixei parte escoar
Um dia triste e pálido
Como derrota sangrenta
Mas a luta é por todo dia
Sangue, suor e rebeldia
Tenha fé e vá a pé se for preciso
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