quarta-feira, 3 de abril de 2013

Esbarrando na dor


Hoje eu vi a dor
Um dejavu implacável
De como se fosse ontem
O dia em que se apresentou

Num pequeno tombo
Fui lembrado que ela ronda
Aguarda seu devaneio
Enlaça com espinhos

Não me deixei chorar
Mas era peso demais
Pra levar até cama
Deixei parte escoar

Um dia triste e pálido
Como derrota sangrenta
Mas a luta é por todo dia
Sangue, suor e rebeldia



Tenha fé e vá a pé se for preciso 

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