quinta-feira, 28 de março de 2013
Trecho da mesa de bar
O respeito resume uma boa maneira em olhar as pessoas, sejam elas artistas ou não.
Não é papel de ninguém impor gostos ou ideologias e gostos e ideologias não dão direitos a classificações como "menos" ou mais", "melhores" ou piores".
É, nesse intuito que procuro seguir um caminho, que somente os meus pés podem realmente sentir a leveza ou a dor de tantos passos.
segunda-feira, 25 de março de 2013
Nem mesmo o tempo pára.
A vida tão diferente.
A coragem a flor da pele.
No meio disso tudo,
Um tempo de luto.
De uma outra morte em vida.
Um tipo de saudade.
Daquelas que tiram lágrimas.
Um tipo de coisa que não se faz esperar.
Transborda queimando o pensamento.
Meu coração não pára.
O tempo não pára.
Eu só queria te matar dentro de mim.
E seguir tranquilo.
Mais rápido que o medo.
De não resistir quando você voltar.
A coragem a flor da pele.
No meio disso tudo,
Um tempo de luto.
De uma outra morte em vida.
Um tipo de saudade.
Daquelas que tiram lágrimas.
Um tipo de coisa que não se faz esperar.
Transborda queimando o pensamento.
Meu coração não pára.
O tempo não pára.
Eu só queria te matar dentro de mim.
E seguir tranquilo.
Mais rápido que o medo.
De não resistir quando você voltar.
terça-feira, 19 de março de 2013
Distante
Eu peço. Permaneço.
Insisto. Imploro.
Penso. Repenso.
Choro. Despenco.
Nada faz você sumir do pensamento.
Grito. Silencio.
Subo. Cavo buraco.
Volto. Continuo.
Salto na imensidão.
Nada faz você sumir do coração.
Corro. Desvio.
Mudo. Refaço.
Eu rezo. Blasfemo.
Eu minto. Sinto.
Meu instinto é ser você e eu.
Insisto. Imploro.
Penso. Repenso.
Choro. Despenco.
Nada faz você sumir do pensamento.
Grito. Silencio.
Subo. Cavo buraco.
Volto. Continuo.
Salto na imensidão.
Nada faz você sumir do coração.
Corro. Desvio.
Mudo. Refaço.
Eu rezo. Blasfemo.
Eu minto. Sinto.
Meu instinto é ser você e eu.
Lente
Apanha o repelente.
Para espantar essa gente que mente.
Indecente é esse crente.
Que fala da gente como se fosse indigente.
A gente é que não mente.
Fala a verdade realmente.
Dói na alma, dói na mente.
E por mais que você tente.
Pastor, padre ou político indecente.
Em vez de rezar ou comprar terno de bacana.
Vai ajudar a quem trabalha no sol quente.
Esse que olha pro céu calmamente.
Somente agradece fielmente a seu dispor.
E enche o teu bolso desse ouro reluzente.
Para espantar essa gente que mente.
Indecente é esse crente.
Que fala da gente como se fosse indigente.
A gente é que não mente.
Fala a verdade realmente.
Dói na alma, dói na mente.
E por mais que você tente.
Pastor, padre ou político indecente.
Em vez de rezar ou comprar terno de bacana.
Vai ajudar a quem trabalha no sol quente.
Esse que olha pro céu calmamente.
Somente agradece fielmente a seu dispor.
E enche o teu bolso desse ouro reluzente.
Quem é você?
Quem é você?
Que aparece assim tão de repente.
Tão demente, serpente.
Amanhã...será diferente.
segunda-feira, 18 de março de 2013
Detento
Num pequeno simples compasso,
Em poucas palavras ditas e ouvidas,
Num instante e no barulho da chuva,
Na canção que eu tento escrever.
Nessa imensidão escura do céu,
Em aparições desse medo tímido,
Na constante intervenção da coragem,
Numa melodia simples sem pretensão.
Eu penso em teu abraço,
Aquele que não acaba,
Continuo detento dessa ilusão,
Eternamente preso a esta canção.
Em poucas palavras ditas e ouvidas,
Num instante e no barulho da chuva,
Na canção que eu tento escrever.
Nessa imensidão escura do céu,
Em aparições desse medo tímido,
Na constante intervenção da coragem,
Numa melodia simples sem pretensão.
Eu penso em teu abraço,
Aquele que não acaba,
Continuo detento dessa ilusão,
Eternamente preso a esta canção.
domingo, 17 de março de 2013
De olhos fechados.
A rosa nasce. Tu não notas. Ela morre.
A chuva cai. Tu não sentes. Ela evapora
O sol se põe. Tu não viste. Ele dorme.
A amor se esconde. Tu não procuras. Ele some.
A chuva cai. Tu não sentes. Ela evapora
O sol se põe. Tu não viste. Ele dorme.
A amor se esconde. Tu não procuras. Ele some.
quarta-feira, 6 de março de 2013
Um minuto e sonhos.
Um minuto e sonhos
Correr para algum lugar
Andar pelos cantos da lagoa
Dormir ao vento calmo
Balançar no compasso de um samba
Andar pelos cantos da lagoa
Dormir ao vento calmo
Balançar no compasso de um samba
Morrer a beira de um sonho
Dormir no ponto de partida
Chorar na piada de um palhaço
Sofrer no ato da vitória
Dormir no ponto de partida
Chorar na piada de um palhaço
Sofrer no ato da vitória
Como nadar um oceano de tristezas
Como respirar o ar sujo e asfixiante do medo
Como enxergar com os olhos lacrimejando
Como amar se ao menos pulsa o coração
Como respirar o ar sujo e asfixiante do medo
Como enxergar com os olhos lacrimejando
Como amar se ao menos pulsa o coração
Não tenho nada além de um minuto e sonhos
Não vejo nada além do hoje, aqui e agora
Não vejo nada além do hoje, aqui e agora
Aqueles olhos escuros
Esses teus olhos tão escuros.
Profundezas sem fim de mistério.
Eu fui tão fundo nesse abismo.
Que não me resta força pra voltar.
O teu cabelo negro.
Ainda busco em cada sombra.
Em cada esquina me engano.
Um devaneio constante do desejo.
E aquele cheiro instigante.
Que sei a hora exata.
De ouvir o teu suspiro.
Por um pouco mais...um pouco mais.
E acalmar em teu abraço.
Lembrar do teu sorriso torto.
E apenas poder sonhar.
Com o futuro que passou.
Profundezas sem fim de mistério.
Eu fui tão fundo nesse abismo.
Que não me resta força pra voltar.
O teu cabelo negro.
Ainda busco em cada sombra.
Em cada esquina me engano.
Um devaneio constante do desejo.
E aquele cheiro instigante.
Que sei a hora exata.
De ouvir o teu suspiro.
Por um pouco mais...um pouco mais.
E acalmar em teu abraço.
Lembrar do teu sorriso torto.
E apenas poder sonhar.
Com o futuro que passou.
terça-feira, 5 de março de 2013
Outro "quê" de novos dias
E deixo livre os pensamentos e todas as coisas.
O que se faz verdadeiro, insiste por si só e sempre volta.
Há tanto no mundo.
O que é seu talvez seja muito mais simples que imaginas.
E, como diz outro por aí:
"Se lhe faltar a paz...Minas Gerais."
Um "quê" de novos dias
Fique em teu silêncio.
Seu aconchego.
Terás o som doce das respostas.
A vida é sabedoria e não pressa.
Procure intensidade e não quantidade.
E os sonhos, esses sim, respeite-os muito.
Serão sempre o caminho da felicidade.
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