bial
Uma enorme coincidêcia me acompanhou no dia de hoje.
Estava eu aqui na minha vida enfiado nos estudos como de rotina e chega-me uma notícia, primeiramente, inofensiva e engraçada, mas que relaciona diretamente como o nosso papo flamejante nas dependências do Parada Obrigatória no dia de ontem.
Longe estamos em crucificar os "Bibiers", pois são muitos, e muito menos o Justin, um menino.
A principal questão é propor sempre uma grande reflexão a fundo no que designamos ARTE, principalmente em meu caso, MÚSICA.
O assunto é de tamanha extensão e exige um suor cerebral, já que fomos ao extremo de "Michael Bibier" e Justin JAckson" e chegamos a mistura Bibier-JAkson-Neymar-Giga.
Hora quanta filosofia e tempo de paciência a esperar aquele tal Forchito das 18h? Sinceramente não sei qual parte é mais difícil.
Mas, retornando ao tema inusitado, o show business e a arte nem sempre correm juntos abraçados amorosamente.
Temos de nos dobrar sim a capacidade desses astros em arrastarem multidões, em deixar pessoas em êxtase e serem grandes ilusionistas da arte.
Não menos deixar de aplaudir a luta, o esforço, a dedicação e a doação de uma vida em prol de grandes objetivos, sejam eles quais forem.
Assim como a história me contada, por você mesmo, Leonardo H., de nosso guti-guti Bibier, que desde de pequeno já assopra talento em tudo que põe a mão e mesmo recebendo milhões de "não", passando diversas situações difíceis e vindo de berço de palha, chegou onde chegou.
O respeito resume uma boa maneira em olhar as pessoas, sejam elas artistas ou não.
Não é papel de ninguém impor gostos ou ideologias e gostos e ideologias não dão direitos a classificações como "menos" ou mais", "melhores" ou piores".
É, nesse intuito que procuro seguir um caminho e lhe incluo claramente, apesar de amigo ainda de pouca data, já guardo uma admiração por sua pessoa.
Peço gentilmente apenas, com todo carinho, que em uma hora de folga qualquer, de repente ao fundo ouvindo o beat alucinante bibieriano, quem sabe comendo um Giga Lanches, leia a notícia de modo simples.
Não leve tão a sério, apenas a relfexão.
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