Eu não sei quem és
E nem sei o que faz aqui ainda
Transformou aquela solidão
Em coisa que não sei
A lembrança que era esperança
Agora lembra mais a distorção
Um vulcão que descomanda
Furioso em fogo ardente
Pode destruir a linda paisagem
Mas também abrir caminhos
Com fé e sem permissão
Marca passo onde passa
Amanhã é o que nunca chega
E, ontem , é o que acaba
As vezes me tenho hoje
E em mim é o que sempre continua
Gostei muito desse teu poema. Vou voltar. Um beijo
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