quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

2013

Eu sou um ser mistificado.
Dou graças a esse gênio que inventou o tal calendário.
Um sequência simples de números sem nenhum sentido, mas que mudam de tal forma os olhares, dá novos brilhos a vida brilhante.
Encarrega cada um a que tem direito de fazer o que quiser e, se hora cansa, tem a chance de renovar, começar. Beber um enorme gole da fonte e mandar ver de novo.
Faço questão de mistificar o fato sim. Pois quando aqueles ponteiros se encostam, a energia borbulha e eu faço todas as orações que necessito com a maior força que tenho e, de quando sempre, quero ficar perto do mar.
Não sei explicar, mas eu gosto do mar, ele me renova, me invoca.
Abro a alma e chego até a conversar com aquela imensidão.
E, dessa vez, eu precisei muito desse papo muito louco. Pois no Ano Novo do tal Gênio eu escolhi mesmo uma vida nova. Não me importa muito a ferramenta, importa a escolha, o sentimento, o momento.

Eu fui a uma festa na beira do mar, onde o mar era simplesmente o coadjuvante.
Fico feliz em lembrar que a minha “vibe” ainda é o nascer do sol...

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