sexta-feira, 8 de julho de 2011

ANA CAROLINA

E ainda lembro o que passou
Eu, você em qualquer lugar
Ovelha negra da luz dos olhos
Rosa. Divina e graciosa.

Tu que anda pelo mundo,
Tu que tanto já voou,
Por onde andei...
Quando você me procurava.

Pode abrir a janela, meu segundo Sol,
Noites com sol são mais belas.
Deságue em mim, ó, oceano
Me chama... Me chama...

O riso, a fé, a dor,
Em sua voz dolente, e que voz!!!
Exageradamente linda,
Mais que demais.

E Chega de saudade.
Não faça assim.
Volte, mariposa apaixonada de guadalupe,
vou ser seu amigo, lhe dar abrigo, se você quiser

Mas bem que se quis
Que meu bem querer
Fosse tão grande quanto azul do mar
Um amor, um lugar

E Há tempos, eu sei,
Que o tempo não pára,
E vai voando, contornando a imensa curva,
E eu quero ver quem paga

E no ar que eu respiro,
Agora só falta você
Nesse dia branco, se branco ele for,
Para fazer um relicário imenso desses versos

E isso é irônico... você não acha?
Você vive, você aprende,
Você ri, você aprende,
você escolhe, você aprende.

E continuar aquelas conversas
Gostar do seu All star,
Pois o tom das tuas músicas
É ver na vida motivo pra sonhar.




Homenagem a grande amiga,
voz inspiradora de todo sempre.

Um comentário:

  1. Lucas!!!

    Muito obrigada, amigo!! Que lindo! Que honra fazer parte do seu espaço de uma maneira tão carinhosa... A vida é também o espaço do lúdico e da inusitada beleza para pessoas-poetas como você, que vêm na singeleza do cotidiano a luminosidade do raro e do belo! Obrigada!
    beijo carinhoso da sua sempre amiga!
    Carol

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